Quem me quiser entender, irá querer ler o que deixei por escrito.
Quem me conhecer, saberá que o que ficou por escrito é muito diferente do que o que fora dito.
Quem me amar, irá ter os meus cadernos numa prateleira para os admirar e salvaguargar.
Pelo que o autor prestar-se à Verdade é desperdiçada dedicação: o núcleo familiar mais íntimo não lê os escritos porque são de estimação, enquanto a massa que os lê é desconfiada e chega a errada conclusão.
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