Leva-me à floresta. Ouvi falar de uma caverna lá escondida decorada com cristais a brilhar.
Sozinho não sairia do nosso lar, mas de mão dada à tua tenho coragem para ir a qualquer lugar.
És tão mais forte e maior do que alguma vez serei, ultrapassas o impossível mas como não sei.
Os dias em que não estás são tristes e correm mal, mas os outros, na tua companhia, são o que na vida há de mais especial.
Por isso, fica comigo para sempre e nunca te vás embora. O melhor tempo juntos que alguma vez teremos é aquele que temos agora.
Assinado "pai" (alónimo) porque o autor ainda não tem idade para assinar.
Tags: prosa-lírica, pai