Há uma tempestade à espreita. Se ela vem, tudo arrasa. E se não vem, a premonição nunca acaba.
É um prenúncio de um fado destinado àquele que a tempestade pressente.
É um castigo por se ser consciente, e ser-se conscientemente negligente.
O destino é a decisão que se espera tomar, e não a espera pela decisão que se torna a adiar.
É dando rumo ao destino que a vida toma sentido.
Não é por acaso que são anagramas: são um e a mesma coisa.