Dobrada, a folha de papel esconde os seus segredos no interior, ficando duas belas e claras páginas de tamanho menor.
E é verdade que desdobrada a folha-se novamente maior, com todos os seus segredos para contar, mas fica também um vínculo no meio da folha que não dá mais para apagar.
Por isso, é que te digo, Ó minha querida: tira o nariz das minhas coisas e mete-te na tua vida.
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